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Matérias - Enviado dia 28 de Maio de 2012

Ciência x Sobrenatural

A ciência diz que o sobrenatural não existe, porem nunca o estudou e nem pretende, dessa forma, entrega o fenômeno a mercê dos charlatões e religiosos, que eles tanto combatem.



Céticos e cientistas, como Richard Dawnkis, Joe Nickell e James Randi, afirmam que a ciência e o ceticismo são as maiores armas contra a ignorância, a fraude e o charlatanismo. Eu concordaria, se eles realmente usassem a ciência (método cientifico em uma pesquisa séria) para estudar os fenômenos sujeitos a esse tipo de pratica, e não se contentassem somente em ir a debates, palestras e bate-bocas. Há uma constante em todos os debates que assisti (nacionais e internacionais) entre céticos e pesquisadores do sobrenatural. Sempre que um cético é coloca em saia justa, ele da à volta na pergunta e lança mão da, já manjada, carta coringa, em forma de questionamento ou sua variante afirmativa: “Isso já foi provado pela ciência ?” ou “Isso não foi provado pela ciência. E invariavelmente o defensor do fenômeno fica à ver navio, sem resposta, isso quando não satisfaz a intenção do cético dando-lhe a resposta que ele quer. Mas como seria esse tal tira-teima cientifico? Uma vez que a ciência nunca estou o fenômeno. Acho que a melhor resposta seria na forma da pergunta: o que é ciência?

Vejamos didática e rapidamente.

Ciência é um conjunto de procedimentos (método) aplicado a um alvo de estudo (objeto) de onde se extrai dados e informações, que por sua vez possibilita conclusões. Exemplo: para  estudar uma célula, entre outros recursos, usa-se o microscópio; para estudar uma partícula subatômica, a melhor ferramenta seria um acelerador de partículas; para estudar a formação de um tornado utiliza-se sensores, monitoramento por satélite. É impossível estudar um furacão através das lentes de um microscópio, ou uma célula através de um acelerador de partículas, o que dizer então de uma partícula subatômica via satélite. Isso leva a conclusão de que é o método que se adapta ao objeto e não o contrario. É a interação entre método e objeto, que determina quanto será nobre (exata) determinado ramo da ciência. Vamos utilizar como bode expiatório a meteorologia, indiscutivelmente uma ciência, estuda os fenômenos climáticos e tem a sua disposição investimentos vultosos, civis e estatais, e que há pelo menos cinquenta anos, conta com tecnologia e material de ponta, além de um sistema internacional integrado de informações. Os meteorologistas admite que até hoje não entendem por 'completo’ (tô sendo generoso) o mecanismo de formação de um tornado, ou seja, depois de anos de pesquisa e muito dinheiro gasto, os tornados continuam imprevisíveis  e perigosos. Isso quer dizer que os meteorologistas são menos cientistas que os outros? Obvio que não. O que diferencia eles das outras ciências é justamente a complexidade do objeto estudado, as diversas variáveis envolvidas. E o que tem isso a ver com o sobrenatural? Bom..., se o método cientifico meteorológico esbarrou na complexidade do objeto (clima). Imagine estudar, ou encontrar um método que se aplique a um objeto que tem uma suposta consciência, de características furtivas, que não tem hora nem dia para se manifestar. Some-se a isso a falta de investimentos e de interesse (financeiro). Ainda utilizando a meteorologia como parâmetro, queria convidar vocês a fazer um último e pequeno raciocínio: Constatamos que tal ciência usa barômetro, pluviômetro, anemômetro ( resumido, sensores), fotos e vídeos por satélite , e é ciência. Pesquisas e grupos independentes utilizam microfones sensíveis, sensores, fotos e vídeos de câmeras infravermelhas e térmicas para estudar fenômenos paranormais , e apesar da similaridade com o método cientifico meteorológico, não é considerada ciência. Por quê?

Seja como for, essa postura dificulta mais ainda estabelecer os critérios utilizados para diferenciar ciência da pseudociência (tem uma galera que adora essa palavra) e acaba limitando um assunto que deveria ser estudado seriamente à palestras, debates e talk shows. Uma coisa é certa, toda essa novela cria um paradoxo: A ciência diz que o sobrenatural não existe,  porem nunca o estudou e nem pretende, dessa forma, entrega o fenômeno a mercê dos charlatões e religiosos, que eles tanto combatem. Depois de tantas discussões que não levaram a lugar algum, ficou claro, para mim, que não ha interesse dos dois lados em provar ou refutar definitivamente tais manifestações, talvez, devido as implicações que a veracidade, ou não, do fenômeno trará para suas vidas pessoais (céticos e crentes).

Pelo visto, continuaremos a assistir aquele velho “bla bla bla” entre eles:  Os céticos dizendo que os crentes inventaram o sobrenatural por medo da morte. Os crentes rebatendo, alegando que os céticos negam o fenômeno, porque este, está muita além do seu intelecto. Eu ,particularmente, continuarei neutro. Ate mesmo porque, acho que ambos estão corretos.


Fox Mulder (credulo) e Dana scully (cética). As duas faces da mesma moeda do famoso seriado Arquivo X.


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