Matérias / Histórias Incríveis
Enviado por Luiz Hasse em 19 de Julho de 2005. Escreva para o autor
Uma menina é violentamente estuprada dando início a uma caçada ao assassino. Mas quem é o assassino? A justiça será feita?
I
Elisa caminhava pela estradinha
que separava sua escola de sua casa. Era uma tarde de sexta
feira e ela caminava com o alívio de mais uma semana
de estudo terminada. Tinha doze anos de idade e já
acreditava ser capaz de se virar sozinha, em todos os aspectos
que conhecia da vida, como muitas vezes acontece com pessoas
desta idade. Apesar disso, era uma menina de índole
tranqüila, sem estar sofrendo ainda da impulsividade
e da turbulência emocional típicas de tantas
outras amigas e colegas. Nada exceto uma paixonite ou duas
ao longo dos primeiros anos da adolescência, mas muito
mais preocupada por enquanto com os estudos e os treinos
de vôlei. Uma menina bonitinha, bem mais inteligente
que a média, querida por pais e professores, e cobiçada
por alguns meninos que começavam a vê-la de
forma diferente.
Foi uma surpresa desagradável para esta criatura,
que julgava que sua vida seria sempre pacata e sem grandes
conflitos, e estava feliz com isso, o que aconteceu com
ela naquele final de tarde. Eram exatamente seis horas e
quinze minutos e ela estava sozinha na trilha morro acima
que a levaria para casa. Começava a escurecer mais
cedo. Foi neste instante que ouviu um ruído suave,
de alguém pisando muito levemente em algumas folhas
secas no chão. Virou-se, surpresa, e viu um homem
sorrindo para ela. Ainda sem entender exatamente o que acontecia,
viu o sujeito se aproximar em silêncio. Não
houve tempo de perguntar nada.
O resto foi pesadelo.
II
Naquela noite, às oito e meia,
o Sr. José Marques já havia procurado pela
filha por todas os lugares que conseguiu imaginar como seu
paradeiro. Ela deveria ter chegado em casa às seis
e meia. Telefonemas para vizinhos não haviam revelado
nada, o que era estranho, posto que a cidade era pequena
e não havia muitas casas onde ela pudesse estar àquela
hora. O desespero começava e tomar conta dele também,
quanto à sua mulher, Eulália Marques, já
se encontrava ajoelhada diante de uma imagem religiosa rezando
com uma palidez infernal estampada no rosto. José
estava prestes a telefonar para a polícia, mas, neste
exato insntante, soaram três batidas na porta. O telefone
caiu derrubando também o retrato da menina na mesinha,
a mãe correu em direção à porta
e abriu sem perguntar.
Sua filha não estava lá.
No seu lugar, havia um homem de preto com um colarinho branco
imaculado e uma expressão de pesar. Contendo a vontade
de chorar que a decepção e o desespero lhe
faziam aflorar à garganta, ela ainda conseguiu dizer:
-Pois não, padre?
-Boa noite, dona Eulália. Eu posso entrar?
-Claro. O que houve?
Deu passagem ao padre Eusébio, que se apresentava
solícito e condolente, antes mesmo de dizer por que.
-Boa noite, seu José.
Foi quando percebeu o retrato caído no chão,
com a moldura trincada. E o sacerdote pôde ver nos
olhos dos dois que já estavam esperando por uma notícia
ruim, muito embora até o último minuto tenham
torcido para que ele apenas os convocasse para uma reunião
na igreja, da qual a família era assídua frequentadora,
para tratar de um assunto banal.
-José, Eulália. O assunto é sério.
Eu peço a vocês calma e confiança em
Deus agora.
-O que é que houve, homem?! – explodiu José
– Nós estamos com um problema pra resolver,
fala logo.
-Eu acho que sei qualé o problema. É a Elisa?
-É... – disse o homem – ela não
chegou da escola. Estamos preocupados.
-Eu encontrei ela.
-Onde? – disse a mãe.
-Tenham calma, por favor. Ela está no hospital.
Dona Eulália sentiu a vista escurecer. José
a socorreu enquanto caia. Depois de a acomodar no sofá,
ela perguntou, recobrando os sentidos entre soluços:
-Ela tá bem? O que aconteceu com nossa filhinha?
-Ela está bem agora, dona Eulália, eu conversei
com ela, mas a menina passou por uma experiência horrível.
José não se continha mais. Gritou:
-O que é que fizeram com a minha filha?! Alguém
atropelou ela?
-Não. Alguém atacou ela.
Pairou um silêncio pesado. Quase dava para enxergar
o ódio e o pesar como se fossem cores. O padre, depois
de algum tempo, continuou:
-Um homem atacou ela. Sexualmente. Ela foi bem machucada,
mas está sendo tratada agora.
-Quem foi o desgraçado?! Me diz quem foi o desgraçado!!
-Não. Eu sei, mas eu não posso dizer.
-Por que não?! Eu quero pegar o filho da puta e capar!
Quero matar o...
-Sr. José, calma! Isso não leva a nada. A
sua filha precisa de você no hospital, junto com ela,
pra ficar bem. Eu não quero ver um bom cristão
como o senhor se transformar num assassino. Tenha calma,
eu conversei com a sua filha e ela me contou quem fez isso
com ela. Eu já informei o delegado e ele está
indo deter o sujeito.
-É alguém aqui da cidade?
-Não tenta adivinhar. Você vai descobrir depois
que o homem estiver preso. Ele não vai fazer mais
mal a ninguém. Agora, eu acho que vocês vão
querer ir até o hospital ver a Elisa. Eu sinto muito.
Mas fiquem tranquilos. A polícia já foi acionada
e o bandido não vai escapar. Boa noite, e tenha fé.
Deus vai ajudar vocês a superar isso. Eu vou voltar
pra igreja e rezar por vocês.
E, com calma e serenidade, o padre Eusébio, o responsável
pela espiritualidade da cidadezinha já há
vinte anos, e acostumado a lidar com situações
semelhantes, voltou para fora e começou sua caminhada
solitária de volta para a paróquia.
Alguns minutos depois, os Marques saíam.
III
Enquanto isto ocorria, uma caminhonete
ocupada por três homens dirigia por uma outra estrada
de terra que conduzia à uma propriedade solitária,
distante das outras da região, e bem antiga, para
os padrões da cidadezinha. Normalmente evitada por
todos, devido à má reputação
de seu ocupante.
O nome do ocupante era Vítor Kasper, e os boatos
que corriam a respeito dele variavam muito. O que se sabia
é que era um homem estranho. Ocupava o lugar sozinho
há cerca de dez anos. Vivia quase todo o tempo em
sua grande casa rodeada de árvores e isolada por
um portão de ferro antigo e pesado. Não frequentava
a igreja e nem nenhum acontecimento social da localidade.
Raramente era visto, exceto em algumas ocasiões quando
ia até a cidade buscar encomendas misteriosas. Era
um homem alto, magro, loiro e de feições serenas
e delicadas, na casa dos quarenta anos. Sempre bem vestido,
embora sempre à moda antiga, e usava óculos
redondos havia muito fora de moda. Falava pouco e suavemente.
Ninguém sabia como se sustentava e o que fazia durante
todo o tempo em que ficava encerrado.
Os três homens na caminhonete eram o delegado, Humberto,
e os outros dois policiais responsáveis pelo distrito.
Um deles era Joca, antigo amigo de Humberto e companheiro
de profissão havia muito tempo, o outro era um novato,
que viera de outra cidade, e no qual juventude, inexperiência
e boa vontade se mesclavam. Seu nome era Carlos.
Humberto dirigia. O percurso era longo e, àquela
hora, convinha fazê-lo lentamente. Carlos havia acabado
de perguntar:
-Mas... a gente pode ter certeza de que foi ele? Não
tem prova nenhuma.
Humberto suspirou. Aquele comportamento já estava
cansando. Em seguida, falou:
-Joca, explica pra ele. Eu não quero falar enquanto
dirijo.
Joca lançou um olhar para o novato e disse, com calma,
para começar:
-A gente pode ter certeza, sim, guri. Pelo que aconteceu
no passado. É mal de família.
-Como assim?
-Olha... não é a primeira vez que alguém
da família desse filha da puta apronta uma dessas.
-Mas eu não sabia que ele tinha parentes na cidade.
-Eu vou te contar a história toda, se tu deixar.
Agora ouve. Ninguém sabe de onde a família
desse sujeito veio, mas ele já teve parentes. Chegou
aqui faz mais de trinta anos, ainda guri, com o pai, que
já era de uma certa idade e falava com um sotaque
esquisito, e a mãe, que era bem mais nova e morreu
atropelada no mesmo ano. Aí ficaram só o pai
e os dois filhos dele.
-Dois?
-É. O traste tinha um irmão. Acho que era
mais velho, porque era maior do que ele e mais forte. Eu
era um merdinha naquele tempo e me borrava de medo dele,
como todo mundo. O menino não era normal.
-Como assim?
-Era retardado. Mongolóide. Não sei como é
que se diz. Falava de um jeito esquisito e era feio pra
diabo, mas era muito grande e muito forte. Não frequentava
a escola, e ninguém era contra. Mas ninguém
gostava de encontrar aquele monstrengo caminhando por aí.
Porque o irresponsável do pai dos dois deixava ele
solto, às vezes, pelo campo e pela cidade, e pergunta
pra qualquer um como era estar voltando de um baile e, de
repente, ver aquele troço no meio de uma noite escura.
Quem não soubesse antes que era gente, ia pensar
que tava vendo uma coisa do outro mundo.
-Era tão feio assim?
-Não era só feio. Era malvado também.
Para Carlos, retardamento mental era uma coisa que, de certa
forma, excluía maldade. Ele não conseguiu
compreender de pronto.
-Como é que você sabe? Ele aprontava alguma
coisa? Batia em alguém?
-Nisso o anormal foi esperto. Nunca deu muita bandeira,
até o dia em que aprontou pra valer. A gente pensava
que era só mais um doente, como tantos que há
no mundo, mas uma vez, quando o irmão dele, esse
que a gente tá indo intimar, já tinha uns
treze anos e ia partir pra estudar fora daqui, o retardado
fez a mesma coisa que o irmão fez esta tarde.
-Violentou uma menina? – perguntou o jovem, surpreso
pela circunstancialidade de todas as evidências que
cercavam Vitor Kasper.
-Um pouco pior... ou melhor, dependendo de pra quem você
pergunta. Ele agarrou uma menininha de treze anos, a coisa
mais linda do mundo. Bem parecida com a que o irmão
desgraçou agora. Só que, depois de se lambuzar
com ela, ele apertou a garganta da coitada até ela
morrer.
Inevitavelmente, naquele instante, a imagem de Elisa morta
em algum bosque obscuro da região, lhe assaltou.
Demorou para que falasse novamente.
-Mas... alguém viu?
-Sim, alguém viu. Mas não precisava ver, porque
só alguém muito forte e com algum problema
conseguiria fazer aquilo. Não podia ser outro.
-Mas alguém viu!
-Sim. Sabe, o crime foi perto do seminário, no meio
do mato, que também fica aqui perto. E três
seminaristas, que estavam indo visitar os pais no dia em
que tinham permissão pra isso, caminhando pro ponto
de ônibus - três crianças, sabe? - Encontraram
o desgraçado, disseram que ele corria e babava, e
mal olhou pra eles. Foram ver do que é que ele estava
correndo, e encontraram o corpo da menina no meio das árvores.
É mal de família.
-E onde é que está o retardado hoje? Num hospício?
-Não.
Houve um silêncio de constrangimento.
-Depois que o bandido morreu – continuou Joca, sem
dar maiores detalhes – o outro filho partiu para estudar
fora daqui. O velho ficou vivendo na casa por mais uns quinze
ou vinte anos, pouca gente viu a fuça dele neste
tempo. Quando ele morreu, ou um pouco antes, não
me lembro, o Vítor voltou. Eu não sei o que
o pai dele tanto fazia naquela casa, mas ele ficou no lugar.
Passaram dez anos, agora ele aprontou a mesma coisa que
o irmão.
Carlos demorou pra articular a pergunta:
-Esse irmão... tinha nome?
-Se tinha, não sei. A gente chamava ele de Manjaléu.
Manjaléu. Um dos nomes do bicho-papão, da
entidade arquetípica e universal que assusta e fere
crianças. E, às vezes, as devora.
Os grandes portões de ferro da casa acabavam de surgir
diante dos faróis. A casa era visível daquela
distância, dois andares e uma espécie de mirante
em forma de torre no meio. Árvores rodeavam-na, e
havia um galpão em anexo, provavelmente uma garagem.
Havia um vulto visível no mirante, que estava iluminado.
Parado ao lado do carro, Humberto buzinou, esperando que
Vitor Kasper, o irmão do Manjaléu, viesse
abrir o portão.
-Além de tudo, é burro! – disse Humberto
– Pensou que ninguém ia saber. Nem tentou fugir.
Carlos, parecendo ainda embaraçado, disse:
-Mas... a gente nem falou com o juiz. Como é que
vamos prender ele?
-Quem disse que a gente vai prender?
Carlos empalideceu. Joca completou
o comentário do delegado.
-Hoje tu vai aprender como é que se lida com esses
elementos.
...continua...
Páginas desta matéria:
meu, irado por favor coloca o final
eu vou morrer de curiosidade.
sem comentários!!!
bjos
Realmente foi incrível,meus parabéns,você conseguiu me surpreender,continue assim!!!
muito interessante o conto em tela mas se possivel gostaria de ler o final...
Eu acho que não foi crime cometido pelos irmãos, acho que o padre tem alguma coisa com isso. O fato do crime anterior ter por testemunha seminaristas pode ser uma pista.
Cara, muito bom... P A R A B É N S...
Eu vejo q aqui nesse site tem muitas pessoas invejosas q não tem criatividade pra escrever e ficam julgando os outros. E pelo visto esse site está sendo invadido por pessoas medíocres q se ahcam sábia d+. Bem meu caors Hakers q se acham os tais. É bom deixarem essa paágina em paz. Ou vou faze-los se arrpenderem do dia em q nasceram. Pois tenho contatos com pessoas do governo q acham babacas como vcs e metem o ferro em cada um. Deixe eu escrever minahs opiniões em paz ou vou chamar os federais.
As pessoas julgam muito os outros pelas aparências. Mas uma coisa q eu falo pra todo mundo aqui na minha cidade Paragominas. Vc não é o q os outros pensam, vc não é os outros falam, vc não é nem mesmo o q vc fala e pensa. Vc é vc pela sua atitude. Atitude diz tudo sobre vc. Somos pessoas medíocres q muitas vezes julgam0os os outros pela aparência. Lembrem-se, a primeira impressão é a q fica, mas não é por ela q vc deve se deixar levar mas sempre ela q vc deve procurar deixar. Mas qual a impressão q os outros querem ter d vc? Simpeles, perto dos outros pense como os outros e se necessário aja como os outros. Perto d vc pense como vc e se necessário aja como vc mesmo. Perto dos outros e de vc... Vc já sabe, o mesmo é qd está perto d Deus. Só prcocurem ler a Bíblia e refletirem sobre esses capítulos no Mateus,(5,6,7)os bem aventurados, a mellhor forma d orar e a q Deus vc serve,(Ao dinheiro ou a Deus?)O negócio é nunca deixar o sucesso e o poder subir a sua cabeça. Adapte-se ao meio pra o meio se adaptar a vc,(seja "umilde" pra ser exaltado)E lembrem-se, q Deus pode tudo pq está em tudo e por isso sabe tudo, pq Deus é uma energia pura q se bem usada pode beneficiar a humanidade. E pode ter certeza q isso é bom e agradável diante de Deus pai, q quer q todos alcancem a verdade um dia.(Ou vc vai alcançar pela dor, ou por amor, ou pelos dois.)Dúvida q todos um dia vão ser perfeitos? Então vá na bíblia e procure os versículos 234 no TIM.(Timóteo) Capiche? Ok. Maranata pra todos.
Na maioria das vezes procuro agir mais como cordeiro em pele d lobo. Mas muitos mesmo assim achão q sou um lobo em pele d cordeiro. Tudo felizmente é paradoxal. Ainda bem.
Tem pessoas escondidas por trás da Bíblia q são verdadeiros lobos em pele d cordeiro.
obvia demais. no primeiro "capitulo" já dava para saber quem era o estuprador e o provavel justiceiro. treine mais para tentar escrever algom surpreendente.
vocês são muito sadomasoquistas pro meu gosto. que estoria mais ridicula
muito boa
Ei, cadê o resto da estória? Já faz mais de três semanas que eu li essa estória e nunca publicam o próximo capítulo. O que vocês estão esperando? Atingir "x" opiniões? Poxa, tá demais. Publica logo esse capítulo... Aliás o resto da estória, já deu tempo de fazer várias. Vocês querem que eu escreva? Com muito prazer seus bando de pulhas. Espero que da próxima vez que eu acessar esta página, essa bendita estória esteja pronta. Obrigado!!!
Ótima estória, espero que coloquem mais dessas no site, que por sinal é muito bom.
irada a história!!!!!! eu quero mais!!!!eu quero mais!!!!!! eu quero mais!!!!!!!
Muito legal essa história, parabéns pelo texto postado . Espero ancioso por novos textos desse tipo, pois alen de interessantes, são capazes de prender a atenção do publico. Fiquei entrando todos os dias no site para ver se o final estava postado.
muito legal adorei este final gostei muito da estoria parabens para quem a escreveu
Por favor, completem a estória do manjaléu,por que eu fiquei decepcionada, quando não concluiram a estória da cobra, e eu não sei o fim até hoje.
digno do mestre King!!
Interessante a estória, espero pela continuação
Muito legal, gostei muito até agora!!! Mas cadê o resto? rsrsrsrs
Questão moral: o gigante feioso poupa ou não a vida do padre no final? Slod quer chocolate!Hihi...
essa estoria é a melhor que eu li parabens para quem a escreveu
Muito bem escrito!!!Parabéns. Invista em seu talento. Aguardo a continuação.
Muito legal quero novas historeas!!!
assim como tudo que vc escreve MARAVILHOSO.. beijos meu querido..
Por favor continue, estou curiosa para saber quem realmente foi, na minha opinião não foi o Manjaléu. Parabéns!
Quero ler o resto da história. Por favor concluam o texto.
essa historia e muito assustadora parabens ao seu escritor me mandem um e-mail e me adicionem no msn o meu e kwayt1@yahoo.com.br
por enquanto a cosia á legal, é interessante! to louca pra saber o final!
Gostei da história, mesmo tendo repulsa sobre estupros. A história, apesar do conflito é gostosa de ler, consegue prende o leitor. Espero que o "bandido" da história tenha um castigo adequado ao que ele merece, nem que para isso seja preciso matá-lo.
Não vai dizer q o padre era um dos seminaristas? E q foram eles q estupraram a primeira garota e o agora padre estuprou a segunda? E da primeira vez como agora, da segunda, ele botou a culpa em um dos irmão misteriosos? E q apenas esse irmão q restou sabe da verdade da história? E q a atividade misteriosa q o pai dos irmãos e do irmão q sobrou é algo q ofenda os preceitos da igreja? Se for isso mesmo vc é um gênio! Deveria escrever novelas pra Rede Globo!
cade o resto da estória?
Ler suas estorias é delicioso!
Este é um espaço para você expor suas opiniões, porém, evite ofensas, excesso de gírias ou palavrões.
* (campos obrigatórios)
De: R$ 11,00
Por: R$ 10,00
Por: R$ 17,90
De: R$ 26,40
Por: R$ 26,00
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