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Saiba mais sobre o colombiano Fernando Malkún, produtor das séries As 7 profecias Maias, Conexão Atlante e O Olho de Hórus. Veja sua história, como tudo começou e os projetos atuais.
Enviado por Mateus Fornazari em 16 de Março de 2008. Escreva para o autor
Responsável pelos sites Sobrenatural.Org, LojaSobrenatural.com.br e Documentarios.Org. É licenciado e bacharel em Ciências Biológicas e Técnico em Processamento de Dados. Programa em GAS-2003 e é especialista em clipper.
Seu habitat natural são as pirâmides do Egito, os templos Vedas da índia e as ruínas maias das selvas da América Central. Passa seis meses do ano nestes locais, três meses em estúdios de televisão no México e Colômbia e nos três meses restantes vive em sua casa as margens do lago Ubaque, em um cânion profundo. Assim está distribuído o ano de Fernando Malkún. Conhece mais de meio mundo e tem licença para ingressar nas câmaras secretas de templos milenares, onde crê com toda certeza que é um paraíso perdido e um grande portal de luz que talvez traga a esperança de um mundo utópico.
Fernando Malkún é mais conhecido no México que na própria Colômbia, seu país natal. Alcançou um notório reconhecimento em poucos anos quando realizou para a Caracol a série de televisão As 7 Profecias Maias e Conexão Atlante. Mais tarde, para o canal de TV a cabo Infinito, produziu a série O Olho de Hórus e Imhotep. Suas séries são ricas e possuem numerosos capítulos e dizem entre outras coisas que a Atlântida fica perto das Bahamas. Em Olho de Hórus, afirma que as pirâmides egípcias foram construídas com pedras produzidas artificialmente pelo homem, refutando, em uma impressionante animação computadorizada, a teoria que crê que gigantescos blocos de pedras cortados em locais afastados foram arrastados por milhares de escravos.
Malkún crê na reencarnação e sente que já foi maia, egípcio e atlante. Pensa, como os egípcios, que o homem acumula informações de muitas vidas, até que depois de experimentar tudo, compreende como funciona o universo e transcende suas limitações e se ilumina, transformando-se em um “Maestro Elevado”. Relaciona o conhecimento e a informação entre as culturas maias, egípcia e vedas. Assinala que todas as culturas orientais, incluindo a chinesa e a japonesa, acreditam em existem outras vidas, na reencarnação, informação que a cultura ocidental não acredita, por causa do Concílio de Nicéia, realizado no ano 325 d.C. “O ciclo de reencarnação pode durar entre 700 e 1.000 vidas de acordo com os egípcios e maias. Essa cadeia de vida permite viver milhões de experiências, que produzem a evolução da consciência, transformando um ser instintivo e ignorante, em um ser sábio, humilde e gentil, que compreende como funciona todo o universo”, afirma Malkún.
Através de seus estudos das três grande culturas, conclui que segundo a profecia maia, no ano de 2012, ocorrerão grandes mudanças, em uma espécie de apocalipse, não com o fim do mundo, mas com o início de uma nova era. Não crê na visão clássica do Armagedoom, mas crê em uma grande revolução interior de onde os mais avançados encontrarão a sabedoria e será impossível mentir, porque ocorrerá o aumento do nível de percepção dos sentidos, e todos poderão ver a aura uns dos outros, refletindo seu estado interior e ressaltando quando mentem. “Não creio que ocorra um caos mundial, cheio de morte e destruição, mas sim que ocorrerá uma série de eventos, situações difíceis que farão o homem enfrentar a morte, e neste momento ocorrerão às mudanças interiores, gerando uma relação harmoniosa entre os homens”, conclui.
De maneira contundente, explica que o homem passa pó níveis distintos de consciência em seu processo evolutivo até compreender que o universo existe por amor a diversidade, como uma escola em que se aprende a viver sempre em harmonia. Durante este percurso, mudam as circunstâncias terrenas dos homens e as condições que marcam seu destino, como os recursos, a saúde, os relacionamentos e o lugar onde nasceu. Essas correspondências produzem uma série de experiências. Explica que tudo ocorre na mente e que nela existem quatro níveis: escuridão, penumbra, luz e sabedoria. “Na escuridão encontramos a vergonha, raiva, ódio e medo. Na penumbra encontram-se o desejo, o orgulho, a cólera e a frustração. Na luz encontramos a razão, amor e a paz. Na sabedoria, desde a felicidade até a conexão absoluta com tudo o que está criado...”, afirma Fernando Malkún.
Por fim, ele crê em muitas coisas, menos que foi preciso extraterrestres para construir as pirâmides. Ao contrário, realizou uma grande investigação para a televisão, que busca demonstrar que as pirâmides do Egito existem graças a uma fórmula química para fundir pedras e que não foram construídas por milhares de escravos que arrastaram pela areia do deserto gigantescas rochas. Malkún recorreu as investigações do francês Dr. Joseph Davidovits, que revelaram como os sacerdotes egípcios descobriram como se dissocia uma rocha sedimentar em água, fazendo um barro argiloso, que junto com o sal de sódio e cal, produzem soda cáustica. A soda gera uma reação química que solidifica e petrifica a pasta de sedimentos dentro de um molde, gerando um bloco de pedra. Este sistema é semelhante ao encontrado na natureza ao gerar fósseis. Com estas rochas artificiais construíram as pirâmides, afirma, com toda certeza. Há alguns anos atrás foi à França, onde filmou a confecção de uma rocha utilizando este sistema. Assim, afirma que é possível construir uma pirâmide em um momento e lugar determinados, mediante um método simples e lógico, sem a necessidade de extraterrestres e de explicações absurdas.
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