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Relatos - Enviado dia 28 de Outubro de 2016

VIAGENS EXTRACORPÓREAS POR ESTRANHOS MUNDOS


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VIAGENS EXTRACORPÓREAS POR ESTRANHOS MUNDOS


Por Di Almmo, esotérico e ocultista


 


1. O ELEVADOR NO HOSPÍCIO


 


Era fim de tarde. Eu estava cansado e desanimado. Na verdade, quase deprimido diante do absurdo da condição humana.


 


Eu estava revoltado com o Criador. E com razão. Que tipo de deus joga o homem neste mundo para devorar ou ser devorado?


 


Mas, enfim, deve haver outro deus melhor, o verdadeiro, o incognoscível, o inefável, o Deus Desconhecido. O Agnostos Theos !


 


Caí na cama, sonolento e fraco. Ficara o dia todo em jejum, não para agradar a uma divindade, mas porque não tive fome; estava meio deprimido, como já disse.


Aí aconteceu algo fantástico. Consegui sair em corpo astral. Uma experiência fora do corpo.


 


Atravessei o teto do prédio onde moro facilmente. Com o segundo corpo ou corpo astral, isso não é tão fácil quanto parece porque de algum modo estamos condicionados, mesmo na quarta e na quinta dimensão, a ver isso como impossível.


 


Mas atravessei o teto. E de repente estava eu voando no plano astral após passar pelo plano etérico.


Resolvi visitar uma amiga no Rio de Janeiro. No Rio. Uma psiquiatra. Pensei, quero ver a Doutora X. Rapidamente tudo mudou.


 


Estava eu numa cidade, mas não parecia o Rio de hoje. Parecia ser o Rio de antigamente, bem antigamente, talvez o Rio dos anos 20, não sei.


 


Mas não era o Rio, nem o de hoje , nem o de antigamente. Era uma estranha cidade.


 


Encontrei um morador dessa cidade e perguntei o nome da urbe. O sujeito não me estranhou como pensei que pudesse acontecer. Ele me disse o nome da cidade. Era um nome bem estranho, meio maluco. Parecia o nome daquelas cidades de livros de fantasia. Sei lá. Mas não consegui guardar o nome na memória depois que voltei ao corpo físico.


 


Depois disso, tudo mudou. Um novo panorama. Estava eu saindo de um quarto. Parecia um hospital. Ou – por favor, não comecem a rir! – um hospício.


 


Dois atendentes ou médicos ou enfermeiros, não pude divisar direito, conversavam na saída do edifício. Ficaram surpresos ao me verem. Na verdade , tentaram me impedir de sair.


Um deles parece ter me dito para que voltasse para a cama e voltasse a sonhar. Sonhar ele queria dizer – pelo menos foi o que eu entendi – que voltasse ao Mundo Físico, que convenhamos não passa realmente de um sonho e às vezes, dependendo do Destino, um pesadelo. Lembram-se de “maya”? Matrix? Ilusão?


 


Tentei fugir e um dos médicos ou enfermeiros me seguraram. Eu o empurrei para o lado e chamei-o de filho da puta. Sempre sou boca suja quanto estou em perigo ou algum idiota tenta me impedir de algo.


 


Vieram os outros mas eu consegui fugir para uma espécie de elevador de madeira (?!). Havia um ascensorista ou alguém que parecia ser um. Não me impediu, só ficou surpresso. A porta do elevador fechou e consegui fugir dos meus perseguidores.


 


Aí me acordei aos poucos na cama, em corpo físico.


Será, fiquei pensando na cama, que todos estamos presos sonhando numa “matrix”?


 


É bem provável que sim. Alguém nos mantém nesse estado deplorável, sonambúlico, aqui na terra.


 


Mas...será que sou louco? Tenho medo de enlouquecer, mas nesse caso tudo foi tão nítido! Seria imbecil demais rotular tudo isso de loucura.


 


Na próxima semana, um novo capítulo, aqui. Pretendo transformar num futuro não tão distante, todos esses meus relatos, num livro. Espero a participação de vocês com comentários e críticas. Ou sugestões. Vale até falar mal. Um amplexo amistoso a todos! Sou do signo de Peixes. Costumo viajar na maionese até quando durmo. Mas nesse caso, a coisa foi bem real. Mais do que aparentemente “real” é o nosso mundo físico.



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Di Almmo

Di Almmo

Pseudônimo - e heterônimo também! - de um escritor do oculto e do sobrenatural. O sobrenatural que pode ser uma gradação da loucura, embora a loucura possa ser uma gradação do sobrenatural.Moro em Maremontes, cidade com fama de malassombrada!


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